Essa não é mais uma carta de amor
São pensamentos soltos
Traduzidos em palavras
Prá que você possa entender
O que eu também não entendo...
Amar não é ter que ter
Sempre certeza
É aceitar que ninguém
É perfeito prá ninguém
É poder ser você mesmo
E não precisar fingir
É tentar esquecer
E não conseguir fugir, fugir...
Já pensei em te largar
Já olhei tantas vezes pro lado
Mas quando penso em alguém
É por você que fecho os olhos
Sei que nunca fui perfeito
Mas com você eu posso ser
Até eu mesmo
Que você vai entender...
Posso brincar de descobrir
Desenho em nuvens
Posso contar meus pesadelos
E até minhas coisas fúteis
Posso tirar a tua roupa
Posso fazer o que eu quiser
Posso perder o juízo
Mas com você
Eu tô tranquilo, tranquilo...
Agora o que vamos fazer
Eu também não sei
Afinal, será que amar
É mesmo tudo?
Se isso não é amor
O que mais pode ser?
Tô aprendendo também...
Jota Quest
sexta-feira, 15 de abril de 2011
domingo, 10 de abril de 2011
Ives por Ives
Estou neste momento como uma sombra procurado pelo seu corpo.
Estou procurando explicações para pedaços da minha vida, que eu não vou achar.
Estou aprendendo da forma mais estranha de que não controlamos nada, nem ninguém (principalmente os sentimentos).
Estou entendendo que não basta eu querer que o sentimento do outro seja "outro", que os olhos do outro não vejam "outros", porque o meu desejo e a minha vontade não bastam e simplesmente não alteram a REALIDADE. Eu não posso e não vou definitivamente mudar o passado, nem mesmo os fatos e as sensações que não sejam exclusivamente minhas.
Tô precisando me libertar destas amarras, e libertar o outro.
Deixar que o destino siga o caminho que tiver que seguir, pra quem tiver que ser, e pensar que algo de bom sempre estará reservado pra mim, mesmo que não seja no momento e nem da forma como eu gostaria.
Tô tentando a partir de agora viver livre, por mim e por Gabriel.
Quero dar a ele exemplos felizes e bem sucedidos, se ele tem que aprender com exemplos frustrantes que não seja eu a oferecer, seria insuportável.
Estou procurando explicações para pedaços da minha vida, que eu não vou achar.
Estou aprendendo da forma mais estranha de que não controlamos nada, nem ninguém (principalmente os sentimentos).
Estou entendendo que não basta eu querer que o sentimento do outro seja "outro", que os olhos do outro não vejam "outros", porque o meu desejo e a minha vontade não bastam e simplesmente não alteram a REALIDADE. Eu não posso e não vou definitivamente mudar o passado, nem mesmo os fatos e as sensações que não sejam exclusivamente minhas.
Tô precisando me libertar destas amarras, e libertar o outro.
Deixar que o destino siga o caminho que tiver que seguir, pra quem tiver que ser, e pensar que algo de bom sempre estará reservado pra mim, mesmo que não seja no momento e nem da forma como eu gostaria.
Tô tentando a partir de agora viver livre, por mim e por Gabriel.
Quero dar a ele exemplos felizes e bem sucedidos, se ele tem que aprender com exemplos frustrantes que não seja eu a oferecer, seria insuportável.
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